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quinta-feira, 24 de março de 2016

Hangout. Lobão, Romeu Tuma Jr e Cláudio Tognolli: ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES 2 – Muito Além da Lava-Jato

 

No dia 25/03/16, às 22h, os três amigos estarão juntos mais uma vez analisando o atual estado de coisas no Brasil, um dos momentos mais críticos que o país já viveu.

No dia do aniversário de 2 (dois) anos da Operação Lava-Jato, Tuma e Tognolli lançaram o segundo domo, "Assassinato de Reputações 2 - muito além da Lava-Jato".

Vamos conversar sobre isto e muito mais.

Na janela abaixo

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quarta-feira, 9 de março de 2016

Chega de censura! Allan dos Santos e os convidados: eu, Olavo e Joice. Não percam!

 

Chega de censura! Dia 9 de março, 22h30 horas, estarei no Terça-livre como convidado do Allan dos Santos batendo aquele papo com Olavo de Carvalho, Joice Hasselmann, para falar da censura que o Facebook tem feito aos que são contra o Governo Petista.

Não percam!

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Ouçam "AGORA É TARDE (Companheiro)", o petardo anti-moluscular

 

LETRA .::. Lobão 2016

AGORA É TARDE (Companheiro)

Até que ponto que eu cheguei
Fui engolir essa lorota que você inventou
Até que ponto você mentiu
Até que ponto que você brincou

Isso sem contar o tempo que eu passei
Me convencendo que devia acreditar
E vem você me enlouquecendo lentamente
Tentando disfarçar

A tua ladainha de jurar de pé juntinho
Que “não sabe de nada", já virou refrão
Uma piada mal contada, que a galera, já de saco cheio
Quando escuta grita em coro: PEGA LADRÃO!

Sem sair de casa aprisionado
Por aquela malandragem que em outros tempos te blindou
Só espiando pelo vão da porta
Você amarelou

Pois agora é tarde
Quem mandou ficar botando banca assim se achando
Eu bem que te avisei
Mas você não escutou

Agora é você que vive andando pelos cantos
Todo aí traumatizado quando o povo te vê
Só de ouvir falar, troca de calçada, muda de assunto
Começa a se benzer

Há muito tempo que eu já lhe digo
toma jeito,companheiro, chega de enganar
Porque o Japa da PF, irmão
Vem te algemar

Pois agora é tarde... etc.

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Lobão e Flavio Morgenstern, autor do livro “Por trás da Máscara”: Capilé e Fora do Eixo

 

Dia 24/02, quarta-feira, 21 horas, ao vivo. O assunto desta vez é o aparelhamento da cultura no Brasil via FORA DO EIXO, do Pablo Capilé. Lobão conversa com Flavio Morgenstern, autor do livro “Por trás da Máscara”, uma obra que trata os acontecimentos nas manifestações do Passe Livre, Black Blocs, entre outros.

Acompanhe ao vivo na janela de vídeo abaixo.

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Lobão e Martim ao vivo. A Poeira da Glória e roquenrou na veia, rapaziada

 

LOBÃO e MARTIM VASQUES DA CUNHA quarta-feira, 17/02, 21 horas. Vamos conversar sobre seu livro, "A Poeira da Glória", e Martim nos manda este recado: "... tentarei explicar as diferenças entre rock-n'- roll e Roger Scruton, T.S. Eliot e ser um DJ, além de mostrar, por A+B, que três acordes, um baixo, uma guitarra e uma bateria podem salvar o que resta da Civilização Ocidental".

 

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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Segundo hangout com Lobão e Flavio Morgenstern, autor do livro “Por trás da Máscara”. Imperdível.

 

Dia 27/01, quarta-feira, 21 horas, ao vivo. O assunto é atualíssimo: mais uma vez as ruas estão cheias de mascarados promovendo todo tipo de baderna e prejuízos. Lobão conversa com Flavio Morgenstern, autor do livro “Por trás da Máscara”, uma obra que trata os acontecimentos nas manifestações do Passe Livre, Black Blocs, entre outros.

lobao-morgenstern

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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Da fanpage Resenhas Sinceras

 

Fonte: https://goo.gl/olYzqI

Álbum: O rigor e a misericórdia
Artista: Lobão
Ano: 2016
Cotação: 10
Pra quem gosta de: produção robusta, letras sarcásticas e vibe rock n' roll anos 70.

Livro e CD Facebook fundo



Falar de um dos maiores músicos brasileiros, há muito, deixou de ser apenas uma opinião sobre sua obra. Virou uma possibilidade imensa de argumentações sócio-políticas, seja para concordar ou atacar. Por que, do alto de seus 57 anos, João Luiz Woerdenbag Filho - o lobão - mostra, em O rigor e a misericórdia que seu texto permanece afiado e atemporal. E que não irá ceder um milímetro de espaço para um entendimento difuso de suas canções. Por esse motivo, o novo álbum (financiado por crowdfunding) precede o lançamento de seu 3o livro, que o próprio define como uma "narrativa poética-político-musical",onde explica os processos e contextualiza a criação das 14 músicas que dão corpo ao disco.

A produção é luxuosa, fruto de uma experiência sólida de lobão com os estúdios, onde conseguiu captar um som cristalino e poderoso. Lobão ainda tocou todos os instrumentos, numa perspectiva de one-man-band que, se em trabalhos de gente de menor talento pode soar como pretensão e ego, aqui transforma o velho lobo numa gama absurda de novas personas. Com formação clássica e influência setentista, lobão reúne o melhor de seus universos e entrega uma obra épica, urgente, necessária.

Se não te agrada as opiniões de lobão, permita-se desconsiderar o livro e atenha-se ao álbum. Ainda que o cantor discorde, ambos têm vida singulares, podendo se complementar mas sem exigir a leitura de um para o entendimento do outro.

No Twitter, lobão respondeu de forma pouco amistosa quando comparado - ainda que do outro lado da corda - seu álbum com o último lançado pelo Titãs, o ótimo Nheengatu (leia resenha aquihttps://goo.gl/6hf4ji ). Mas a analogia serve para colocar a discussão em dois pólos distintos. Ambos álbuns tratam da atualidade de forma ferrenha, e do quanto a sociedade se tornou medíocre e rasa quanto a seus problemas. Mas se o discurso dos Titãs apenas situam as questões, lobão é mais ferino: ele aponta os culpados. E para finalizar a distopia, ele abre mão dos riffs de três acordes e da verve punk juvenil (que teima em cercar o grupo paulistano, quando tentam fugir do pop radiofônico da última década) e cria sua ópera-rock recheada de licks, dedilhados e ganchos estilísticos da mais alta estirpe.

Seus detratores, aliás, usarão o discurso de metade das canções para repetir o clichê de que o músico é um rockeiro reaça decadente. Mas ao usarem deste artifício, ignorarão uma dos maiores conceitos do rock como arma social: ser arbitrário - e nunca conivente - ao governo. Lobão fala com propriedade do que defende, e tal propriedade não exige concordância. Exige questionamento. Argumentação.

O álbum abre com a instrumental Overture - num órgão a la Carl Off ou Wagner - como prenúncio de um hecatombe, e desemboca em Os vulneráveis, uma rocksong clássica, numa vibe que deixaria Jimmy Page feliz pelo solo. A letra aponta para um aviso repaginado que ele, lobão, está vivo, e que "seu impossível nunca o abandona".

Após insinuar, chega a hora de atacar. Ou cuspir de volta a ofensa. A marcha dos infames utiliza de uma batida marcial, cruzando Queen com Rammstein pra destilar sarcasmo sobre a lista publicada pelo vice presidente do PT, Alberto Cantalice, onde ele figurava ao lado de Gentili e Jabor, dentre outros, como inimigos da pátria. Seria apenas uma resposta, não fosse a contundência do texto e a dramaticidade da interpretação. Esperto que só, a música responde sem dar nome aos bois.

Assim sangra a mata fala sobre o garimpo na Amazônia, e o mellotron dá um nuance quase lullaby à música.
Uma pausa para respirar.

O que es la soledad em sermos nos remete à Chorando no campo, do clássico Vida bandida, mas após cantar todas as possíveis solidões, desta vez lobão parece exorcizar a intenção. Quando diz que a solidão é uma "companhia que inventou só pra sentir" não há amargura na voz. E a letra, vertida para o espanhol, só aumenta essa sensação.

Na sequência, temos o blues dilacerante de Alguma coisa qualquer. Feito, há cerca de 20 anos, sob encomenda para Cássia Eller, ficou engavetado por todo este tempo. E aqui surge com uma intro flamenca e desemboca num shuffle pesadíssimo.
Dilacerar conversa com "Nostalgia da modernidade", e o título é auto-explicativo. Sob uma base inspirada (com direito a solo dobrado de guitarras), lobão pondera o amor e a criação como armas poderosas contra o ódio e o exílio.

Os últimos farrapos da liberdade prepara o terreno para a fúnebre A posse dos impostores. Com uma segunda voz oitavada, o riff remete à Eletric funeral, e lobão declama os versos num deboche épico e pomposo. Ainda que remeta à contemporaneidade, é um dos melhores momentos do álbum e possivelmente será das favoritas ao vivo.

Em ação fantasmagórica à distância, o violão quase samba-choro usa da teoria quântica para uma analogia de que é possível entrelaçar mundos distintos pela aproximação. Paulinho da Viola ou Egbert Gismont ficariam orgulhosos do arranjo.
Profunda e deslumbrante como o sol contempla o astro- rei, numa influência temática com Fat old son do Pink Floyd. O horizonte é de busca, e a letra desenha esta lógica.

Nova pausa para respirar.

Uma ilha na lua fala sobre a simplicidade das coisas, e ao nomear seus três felinos (os tigres mirins, como canta), há uma sutileza bonita em perceber o mundo através das pequenas conquistas. É minha faixa favorita até o momento, e qualquer pessoa que tenha gatos vai se identificar com o universo da canção.

Feita em homenagem à sua cunhada, Mônica, A esperança é uma praia de outro mar teve a única participação especial do álbum. Seu sobrinho, Puig, é responsável pelo solo, e a canção aborda a tristeza da perda pelo viés do quem vê a esperança viável apenas em outra esfera.

O álbum fecha com a O rigor e a misericórdia, e faz uma ponte interessantíssima com outra canção de lobão: A queda.
Com arranjos de cordas e uma melodia claustrofóbica, enquanto A queda usa do princípio físico dos corpos em repouso (eles sempre irão cair), na faixa-título vocifera que vai "cair pro alto, se arriscar, mesmo com o coração mais triste que o fim dos dias" como se informasse que ele, o lobo, o solitário, não desistiu. E nem pretende. Ao terminar com o religioso verso "aleluia, aleluia", lobão conversa consigo e obtém a própria resposta: "penso, logo exilo".

No saldo final, O rigor e a misericórdia merece aplausos por discorrer além da possibilidade de uma análise única. Há múltiplas, e elas ganham nuances próprios a cada audição, podendo estar ao lado de A vida é doce e Vida bandida como um dos favoritos dos fãs.

A escritora russa Ayn Rand, certa vez disse que "a menor minoria na Terra é o indivíduo." E nesse contexto, Lobão fez de seu personagem um ermitão urbano atípico, já que utiliza de sua individualidade para alcançar o coletivo.

Continua sendo um indivíduo plural, mas se absteve das amarras e facilidades do mainstream para se autoconhecer e nos apresentar um ego enorme. Criativo e proporcional ao tamanho de seu talento.

Ouça a música que dá nome ao disco: O Rigor e a Misericórdia

 


Lobão está de volta, revisitando sua bagagem de rock clássico em novas canções. "O Rigor e a Misericórdia", seu mais novo álbum, foi lançado nesta sexta-feira (8) com distribuição da Tratore. São 14 faixas inteiramente executadas pelo artista e que acompanham a narrativa de seu livro mais recente, "Em busca do rigor e da misericórdia: reflexões de um ermitão urbano".

Ouça "O Rigor e a Misericórdia" aqui:

Link no site da Tratore: http://www.tratore.com.br/cd.asp?id=7898614905100
iTunes: http://itunes.apple.com/us/album/id1068897086
Spotify: http://open.spotify.com/album/15S4UCrGu36rKG1lUKkeCo
Deezer: http://www.deezer.com/album/12006112
Google Play: https://play.google.com/store/music/album?id=Bqknk36besryyzofqimptstmwce
Napster: http://br.napster.com/artist/lobao/album/o-rigor-e-a-misericordia

O Rigor e a Misericórdia é, de longe, o projeto mais ambicioso da minha carreira. Após uma década de esforços me aperfeiçoando como multi instrumentista, cantor, técnico de gravação, compositor e letrista, comecei a compor o repertório do disco. A meta foi fazer o disco soar como um super grupo, com a execução de todos os instrumentos, o som cristalino e a alta qualidade de produção. Acredito que essa meta foi alcançada. Meu orgulho e alegria são imensos. Jamais produzi um disco com essas características. A partir dele que é um marco na minha carreira, sei que nasci de verdade para fazer música.
Lobão

sábado, 16 de janeiro de 2016

Lobão e Pondé ao vivo pela primeira vez no Lobão Entrevista

 

Sensacional, estamos muito felizes por antecedência. Pela primeira vez teremos Luiz Felipe Pondé no Lobão Entrevista. Um papo filosobol de primeira linha, Pondé também é insimonalizável. Dia 20/01, quarta-feira, 21 horas, ao vivo.

*** acompanhe na janela de vídeo abaixo ***


Lobao e Ponde 20-01 21h

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domingo, 10 de janeiro de 2016

NOVIDADE: links para ‘O Rigor e a Misericórdia’, novo CD do Lobão

 

Lobão - O Rigor e a Misericordia

 

Tratore


 

Lobão, o legítimo, está de volta, revisitando sua bagagem de rock clássico em novas canções. "O Rigor e a Misericórdia", seu mais novo álbum, foi lançado nesta sexta-feira (8) com distribuição da Tratore. São 14 faixas inteiramente executadas pelo artista e que acompanham a narrativa de seu livro mais recente, "Em busca do rigor e da misericórdia: reflexões de um ermitão urbano".

Ouça "O Rigor e a Misericórdia" aqui:

Link no site da Tratore: http://www.tratore.com.br/cd.asp?id=7898614905100
iTunes: http://itunes.apple.com/us/album/id1068897086
Spotify: http://open.spotify.com/album/15S4UCrGu36rKG1lUKkeCo
Deezer: http://www.deezer.com/album/12006112
Google Play: https://play.google.com/store/music/album?id=Bqknk36besryyzofqimptstmwce
Napster: http://br.napster.com/artist/lobao/album/o-rigor-e-a-misericordia

"O Rigor e a Misericórdia é, de longe, o projeto mais ambicioso da minha carreira. Após uma década de esforços me aperfeiçoando como multi instrumentista, cantor, técnico de gravação, compositor e letrista, comecei a compor o repertório do disco. A meta foi fazer o disco soar como um super grupo, com a execução de todos os instrumentos, o som cristalino e a alta qualidade de produção. Acredito que essa meta foi alcançada. Meu orgulho e alegria são imensos. Jamais produzi um disco com essas características. A partir dele que é um marco na minha carreira, sei que nasci de verdade para fazer música."

Lobão

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sábado, 19 de dezembro de 2015

Lobão, Joice* e Constantino em 23/12, 22 horas: fechando 2015


O último hangout de 2015, nosso trio* analisa as últimas notícias do ano. Ano novo chegando e 2016 começa como o ano 'dilmesco' que o PT pode, infelizmente, nos impor. Mas lembrem-se: sem folga, sem trégua, com consciência e animação: impeachment apenas não basta, é só o começo.

*Uma pena, Joice teve problemas técnicos, não pode participar. A vida internáutica das pessoas que lutam contra o atual estado de coisas não é mole não.


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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Lobão, Joice e Constantino em 14/12, 21 horas: Brasil contra o 13 no dia 13


O hangout depois do dia 13, dia em que o Brasil esteve em peso nas ruas de todo o país, sem folga, sem trégua, com consciência e animação: impeachment apenas não basta, é só o começo.

.::. assista na janela de vídeo abaixo, começa às 21 horas, 14/12 .::.




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sábado, 5 de dezembro de 2015

Lobão Entrevista especialíssimo. Quarta-feira, dia 09/12, 22h30

 

Hangout épico no Lobão Entrevista: Olavo de Carvalho é o nosso convidado. Mataremos a saudade nós dois junto com todos vocês.

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Lobão, Joice Hasselmann e Rodrigo Constantino: HANGOUT

Olá a todos

Os hangouts no LOBÃO ENTREVISTA voltaram, e em grande estilo. Foi na quarta-feira, dia 02/12, às 22 horas, com Joice Hasselmann e Rodrigo Constantino. Cultura, política e economia na veia. Assistam a gravação abaixo.

Abraços, bom hangout para vocês.




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domingo, 16 de março de 2014

Lobão Entrevista Thomas Giulliano, do “A Civilização Ocidental”. Rock e História na veia!

 

Hoje, 16/03/2014, 22 horas, Lobão bate aquela bola com o professor de História Thomas Giulliano do mundo online “A Civilização Ocidental”. Preparem-se, vai ser rock e História na veia.


 

 

LobaoThomas

 

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quinta-feira, 13 de março de 2014

Lobão&Olavo, Olavo&Lobão: 13/03, 21h00

 

Hoje, 13/03/2014, 21 horas, mais um capítulo do programa mensal Lobão&Olavo, Olavo&Lobão.

Não percam! Divulguem para os amigos.

 

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domingo, 9 de março de 2014

Lobão Entrevista com o professor Percival Puggina

 

Neste domingo teremos outro grande professor no Lobão Entrevista: Percival Puggina.

Não percam!

 

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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Lobão Entrevista: dr. Milton Pires fala dos “médicos” cubanos, saúde e revolução

 

MAIS ALGUNS MINUTINHOS E COMEÇA, PESSOAL!

 

 

Lobão Entrevista o dr. Milton Pires, sobre a farsa do Programa Mais Médicos, a invasão dos médicos cubanos, a saúde pública e o movimento revolucionário marxista em andamento no Brasil.

 

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Lobão e Paulo Pavesi: TRÁFICO DE ÓRGÃOS HUMANOS e o silêncio do Estado Brasileiro

 


Paulo-Pavesi

LINK do blog do Paulo Pavesi: http://ppavesi.blogspot.com.br/

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segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

A história de Paulinho

Fonte: http://ppavesi.blogspot.co.uk/2007/01/histria-de-paulinho.html
Revista CartaCapital, No. 188


08 de maio de 2002
A TRAGÉDIA E A FARSA.
SEU PAÍS TRANSPLANTES

Investigações sobre caso de menino morto há dois anos revelam uma enxurrada de ilegalidades em Poços de Caldas. POR FLÁVIO LOBO E RODRIGO HAIDAR (Colaborou Carolina Arantes).

PAULO VERONESI PAVESI, O Paulinho, tinha 10 anos quando caiu de uma altura de 10 metros, enquanto brincava no playground do prédio onde morava, e sofreu traumatismo craniano. No dia seguinte ao acidente, após serem informados pelos médicos de que seu filho poderia estar morto, faltando apenas os exames de morte encefálica para a confirmação, os pais decidiram doar seus órgãos para transplante. A princípio, o caso ocorrido em abril de 2000 parecia apenas mais uma tragédia familiar.

O quadro mudou de figura pouco tempo depois, quando Paulo Pavesi, pai de Paulinho, questionou a conta do Hospital Pedro Sanches, local onde seu filho foi atendido depois do acidente, por considerá-la superfaturada. Desde então, Pavesi um analista de sistemas de 34 anos, fez - por meio de um obstinado esforço pessoal - uma série de descobertas.

Hoje, dois anos após a morte do filho, o fio puxado por Pavesi trouxe à tona uma estarrecedora quantidade de falhas, contradições e irregularidades cometidas pelos médicos do Hospital Pedro Sanches e da Santa Casa de Misericórdia, ambos em Poços de Caldas (MG), no atendimento ao seu filho e nos procedimentos de retirada e transplante dos órgãos.

Muitas dessas irregularidades, descobriu-se depois, não se limitavam ao caso de Paulinho. A equipe médica local era habilitada somente para fazer transplantes de rins, mas atuava como uma central, decidindo para onde os órgãos seriam enviados sem ter autorização para tanto. Além disso, removia córneas irregularmente. Segundo o deputado federal Carlos Mosconi (PSDB-MG), médico e membro do corpo clínico dos dois hospitais envolvidos no caso do menino, já foram realizados mais de 200 transplantes na Santa Casa, quase todos pagos pelo Sistema único de Saúde. E de acordo com dados do próprio SUS, entre janeiro de 2ooo e abril de 2002, 0 SUS repassou mais de R$ 2,6 milhões para procedimentos relacionados a transplantes em Poços de Caldas.

O inquérito policial que investigou o caso de Paulinho, concluído há um mês, indiciou quatro médicos nos artigos 14 e 16 da Lei no 9.343/97, a lei de transplantes: o nefrologista Álvaro lanhez, o oftalmologista Odilon Trefligio e os urologistas Celso Scafi e Cláudio Roberto Fernandes. "Foram constatadas diversas irregularidades, como a participação do Dr. Álvaro lanhez no diagnóstico de morte encefálica do garoto", afirma o delegado da Polícia Federal Célio jacinto dos Santos, responsável pelo inquérito e por outras seis investigações, todas originadas do caso de Paulinho, que envolvem a Santa Casa de Poços de Caldas (leia entrevista "CÉLIO JACINTO DOS SANTOS").

Ianhez é o chefe da equipe de transplantes da Santa Casa e coordenador da central MG Sul Transplantes, cuja legalidade é questionada. Tanto a lei de transplantes como a Resolução 1.480/97, do Conselho Federal de Medicina (CFM) - que estabelece os critérios para o diagnóstico de morte encefálica (cessamento irreversível de todas as funções cerebrais) -, são claras ao determinar que o paciente deve ser submetido ao exame por médicos que não façam parte da equipe de transplantes.

Ainda vivo, Paulinho foi tratado não como um paciente com alguma possibilidade de recuperação - mesmo remota -, mas como doador de órgãos (leia o quadro "PACIENTE VIVO TRATADO COMO DOADOR").

O advogado dos médicos, Luís Fernando Quinteiro, afirma que Ianhez apenas acompanhou o diagnóstico e não interferiu em sua realização. Segundo o delegado, no entanto, a conduta do médico excedeu o legalmente cabível. Ainda no inquérito que apurou as irregularidades cometidas no caso de Paulinho, o delegado acusa a equipe pela falta da necropsia e da assinatura da mãe no termo de autorização de doação, pela utilização de formulários indevidos na constatação da morte encefálica e de encaminhar indevidamente as córneas extraídas do menino para o Instituto Penido Burnier, em Campinas (SP).

Quinteiro assegura que um protocolo firmado entre a 25a Delegacia Regional de Segurança Pública (polícia civil) e a Santa Casa isenta o hospital da realização da necropsia. Mas "um protocolo firmado entre duas instituições locais não pode contrariar a legislação federal, que exige o procedimento", como diz o delegado da PF.Quanto aos formulários utilizados no diagnóstico de morte encefálica, o advogado diz que continham "todos os critérios clínicos e radiológicos recomendados pelo CFM". já o delegado afirma que "os documentos do inquérito mostram que os formulários utilizados por eles omitiam questões fundamentais para a aplicação do diagnóstico".

O ponto mais polêmico do indiciamento é o envio indevido das córneas de Paulinho para Campinas. A central estadual teria de ser acionada para retirar os órgãos do garoto e, de fato, num primeiro momento, ela foi. Consta do inquérito que no dia 20 de abril de 2000, lanhez comunicou à central em Belo Horizonte, a MG Transplantes, um possível doador de órgãos. Mas depois, no dia 21, a central de BH fez duas ligações para a Santa Casa tentando confirmar a busca dos órgãos, e não obteve resposta.

Quinteiro justifica a ação do cliente dizendo que ele tinha como objetivo o aproveitamento das córneas. "Foi acionada a MG Transplantes que no dia tinha à disposição apenas uma equipe para a retirada do fígado". Mas, de acordo com o delegado, "a central não foi acionada no dia 21, tanto que a equipe e a aeronave que estavam de sobreaviso para a retirada do fígado foram dispensadas". Ainda segundo Santos, "não foi um caso isolado. A captação e destinação de córneas eram feitas de forma totalmente irregular pela equipe da Santa Casa".

A reportagem de CartaCapital procurou o coordenador da MG Transplantes, João Carlos Oliveira de Araújo, para que ele esclarecesse essa e outras questões, mas não obteve resposta.Muitas outras falhas foram cometidas pelos médicos. Há laudos com datas rasuradas e documentos referentes a um mesmo procedimento com uma versão assinada pelo médico responsável e outra sem assinatura alguma. Existem laudos de exames solicitados em 22 de abril de 2000. O corpo de Paulinho foi liberado para o velório na noite de 21 de abril.

No dia 22 foi sepultado.Outro importante documento que causa estranheza é o que descreve a cirurgia para a retirada de órgãos. Nas anotações, o urologista Celso Scafi escreve "sem ME", que significa sem morte encefálica. À Polícia Federal, o médico disse que escreveu "com" e que aquilo parece um "sem" porque sua letra seria "muito feia".

Consultado por CartaCapital, o perito Sebastião Edson Cinelli comparou a descrição com outras anotações feitas por Scafi no mesmo documento e garantiu que ali está escrito "sem", e não "com", ME. Se Paulinho estivesse mesmo sem morte encefálica, estaríamos diante de um homicídio. Um dos outros seis inquéritos criminais a cargo do delegado Santos investiga a atuação da central MG Sul Transplantes. Ela coordenava todas as ações de notificação, captação e distribuição de órgãos na região, mas segundo o delegado, não tinha autorização para isso.

O advogado dos médicos enviou a CartaCapital documentos da coordenadoria da MG Transplantes, datados de 25 de agosto e 21 de setembro de 1998, que atestariam a legalidade da central. Os documentos são assinados por Estevam Aquino Viotti, supervisor, e Herculano Mourão Salazar. Segundo o delegado, "quem deve credenciar as centrais é o Ministério da Saúde. Esse documento não legaliza a central de Poços. A MG Transplantes trabalhava e trocava correspondências com uma central ilegal".

Um relatório de auditoria realizada a pedido do Ministério da Saúde em dezembro de 2000, também motivado pelo caso de Paulinho, aponta a ilegalidade: "A regional MG Sul Transplantes não está legalizada por não possuir ato de sua instituição e nem termo de cooperação".

PACIENTE VIVO TRATADO COMO DOADOR


Especialistas questionam exames e a remoção para a Santa Casa

Um dos pontos mais importantes para que um sistema de transplantes de órgãos funcione com segurança é a confiabilidade dos diagnósticos de morte encefálica. No Brasil, esses critérios estão definidos em um protocolo do Conselho Federal de Medicina (CFM).

O protocolo indica os procedimentos a serem executados antes que se possa afirmar, legalmente, que uma pessoa está morta. O primeiro item determina que, se a causa do coma puder estar relacionada à hipotermia (baixa temperatura corporal) ou ao uso de drogas depressoras do sistema nervoso central, o protocolo não pode ser aplicado.

No caso de Paulinho Pavesi - de acordo com documentos do inquérito policial e testemunhos dos médicos que o atenderam - houve a administração de uma droga depressora do sistema nervoso central, o Dormonid. Entre as 21 horas do dia em que o menino sofreu o acidente e as 5 horas da manhã seguinte, o medicamento foi injetado em seu corpo junto com soro glicosado.

Apesar disso, no meio da tarde do mesmo dia, menos de 12 horas após o término de administração do Dormonid, o protocolo de morte encefálica começou a ser aplicado. Não tendo sido detectado nenhum sinal de vida nos exames clínicos, por volta das 20 horas passou-se à última etapa do protocolo, o exame complementar". No caso de Paulinho foi feita uma angiografia cerebral.Consultado, o CFM indicou o neurologista Solimar Pinheiro da Silva para esclarecer as dúvidas. Sobre a questão do Dormonid, o Dr. Pinheiro da Silva respondeu que, "No caso específico, me parece um prazo extremamente seguro. O Dormonid tem efeito fugaz". Mas especialistas consultados por CartaCapital discordam.

"O protocolo não estabelece um período mínimo entre a administração de drogas como o Dormonid e a realização dos exames, portanto, se aplicado com rigor, sim veta o diagnóstico de morte encefálica no caso de pacientes que tenham sido medicados com elas."

Quem afirma isso é Luiz Alcídes Manreza, professor da USP, diretor do serviço de neurologia de emergência do Hospital das Clínicas de São Paulo e membro das câmaras técnicas de morte encefálica do CFM a do Conselho Regional de Medicina Manreza foi o relator do documento em questão, o protocolo de morte encefálica do CFM.

"Não conheço nenhum protocolo de morte encefálica no mundo que exija um período inferior a 24 horas entre a administração de drogas depressoras do sistema nervoso central e os procedimentos para diagnóstico de morte encefálica", diz Manreza.

O chefe da UTI do Hospítal de Clínicas de Niterói, Paulo Cesar Pereira de Souza, concorda com Manreza.

"Eu nem pensaria em iniciar o protocolo de morte encefálica antes de 24 horas após a suspensão de aplicação de qualquer droga depressora do sistema nervoso central, incluindo o Dormonid", assegura Souza.

Mesmo duvidosa, a aplicação do protocolo em Paulinho no Hospital Pedro Sanches não detectou a morte do menino, já que a angiografia mostrou fluxo sanguíneo no cérebro. Mesmo vivo, Paulinho foi transferido para a Santa Casa em razão da instituição estar habilitada para remover seus órgãos.

"Não vejo como justificar a transferência de um paciente vivo com o único objetivo de levá-lo para uma instituição autorizada a realizar a remoção de seus órgãos para transplante", diz Lais Fieschi Ferreira coordenadora da, UTI do Hospital São Luiz em São Paulo.

VERBAS SUSPEITAS E "DOAÇÕES"

O delegado responsável pelo inquérito conta o que descobriu

CartaCapital: Ficou comprovado que o dr. Álvaro Ianhez participou do diagnóstico de morte do Paulinho ?

Célio Jacinto dos Santos: Participou. Se você for ao prontuário médico, na anotação da enfermagem consta que: "O dr. Álvaro, por telefone, prescreve isso. O dr. Álvaro acompanhou o menino e orientou sobre o atendimento". Em vários momentos no Hospital Pedro Sanches, os médicos assistentes eram meros coadjuvantes. Ele não só atendeu como estava dentro da sala no momento da primeira arteriografia. Na segunda, ele olhou o início e estava lá no final. Na retirada dos órgãos, ele deu orientações aos médicos e fez a preparação desses órgãos.

CC: E as córneas não poderiam ter ido para Campinas. Deveriam ser encaminhadas à Central de Transplantes, em Belo Horizonte, e distribuídas respeitando a lista única de espera do Estado. Certo?

CJS: É isso. Mas não só nesse caso, com o em dezenas de outros aconteceu isso aí. Havia até mesmo uma escala de clínicas oftalmológicas captadoras de órgãos, elaborada pela Santa Casa.

CC: A Santa Casa mantinha uma central chamada MG Sul Transplantes...

CJS: Isso não faz parte desse inquérito, mas o Ministério da Saúde é taxativo: "A central era ilegal". E essa equipe da central não pode ter vínculo com a equipe captadora. E lá, em Poços de Caldas, elas se confundem. No início, a central funcionava dentro do escritório do dr. Álvaro. Ora, quem participa da captação não pode participar da escolha de quem vai receber. Você tem de ter clareza nos critérios, senão o médico pode escolher qual a pessoa que vai receber o órgão e, logicamente, pode escolher uma pessoa que tenha dinheiro.

CC: A questão da central não faz parte desse inquérito que resultou no indiciamento dos médicos que atenderam Paulinho, mas de outro. Quantos inquéritos foram abertos a partir desse caso ?

CJS: Seis. Três deles são de suspeita de cobrança dupla. Cobrança do plano de saúde do receptor do órgão e cobrança do SUS. Um investiga as doações feitas por parentes dos transplantados, que não seriam exatamente doações espontâneas. Doações de valores altos, em um caso, foram de R$ 5 mil. Outro trata da central de transplantes ilegal. E, por último, estamos investigando o repasse de verbas do SUS, cujos valores são altíssimos e desproporcionais aos pagos a outras cidades infinitamente maiores, para os transplantes realizados em Poços de Caldas.

Há outro aspecto, surpreendente, sobre os documentos da MG Transplantes apresentados em defesa dos médicos.

"O atual coordenador da MG Transplantes confessa que nesta data uma das pessoasque assina esse documento já estava morta. Por essas e outras irregularidades, ele vai ser investigado por crime de usurpação de função pública e de falsidade ideológica", revela o delegado.

Ou, quem sabe, a medicina esteja tão avançada em Poços de Caldas que cadáveres sejam ressuscitados para submeterem-se a exames e assinar documentos.

Há pouco mais de um ano, o Ministério da Saúde se pronunciou sobre o caso em reportagem do Fantástico, da Rede Globo. Na época, conhecia-se apenas uma pequena parte das irregularidades cometidas, mas o Ministério condenou o fato de lanhez ter acompanhado o diagnóstico de morte encefálica de Paulinho e atestou a ilegalidade da central.

Logo após a reportagem, o deputado Carlos Mosconi utilizou a tribunada Câmara para defender os médicos da acusação.

Em seu discurso, o deputado rechaçou as afirmações do Ministério, mostrou documentos que comprovariam a legalidade da central e afirmou:

"Estou sentindo enorme dificuldade em não pegar a caneta e assinar o pedido
de realização dessa CPI, a fim de limpar deste País os corruptos
".

Mosconi se referia ao requerimento de instalação da CPI da Corrupção, que tanto afligia o governo federal naquele momento.

Dois dias depois do discurso, nota assinada pelo assessor especial do ministro da Saúde, Manuelito P. Magalhães Júnior, e enviada ao deputado, lamenta o ocorrido e faz um apelo ao diálogo:

"Reitero, em nome do ministro José Serra, a necessidade de esclarecermos por definitivo este caso sem nos curvarmos a sensacionalismos. ( ... ) Estamos confiantes de que o diálogo é a melhor maneira de conduzirmos este assunto e não abalar um relacionamento construído ao longo de vários anos".

O Ministério da Saúde se negou a comentar o caso e não forneceu informações solicitadas por CartaCapital. "A central funcionava de maneira irregular", foi a única resposta da assessoria. Nem o Ministério, nem a MG Transplantes informaram o período de funcionamento da central e quando ela foi desativada.

Há pouco mais de um mês, o procurador José Jairo Gomes propôs uma ação de improbidade administrativa contra o coordenador da MG Transplantes, o atual e o ex-secretário de Saúde Municipal, e mais dois funcionários da área.No dia 24 de abril, o diretor da Santa Casa de Misericórdia cometeu suicídio. Especula-se que o motivo possa ter sido a dívida de R$ 3 milhões descoberto no hospital após a sua morte. Em seguida, o Ministério Público denunciou o atual secretário de Saúde, dois ex-secretários e um ex prefeito da cidade também por improbidade administrativa.


Para saber detalhes do caso Paulinho leia:


A história de Paulinho narrada em 2002 pela CartaCapital - A matéria mais completa e honesta já publicada sobre o caso.

Remoção de órgãos de Paulinho com anestesia geral - O Anestesista classificou Paulinho como vivo antes de administrar Etrane (anestesia inalatória). Ele mentiu para a polícia federal, para o ministério público federal, mas foi desmentido publicamente durante a CPI. Ele me processou por chama-lo de mentiroso e fui condenado a indenizá-lo, uma vez que o processo correu em Poços de Caldas, berço da máfia.

Avaliação neurológica comprova: O estado de saúde não era grave. - Documentos que constam nos autos, comprovam que Paulinho foi levado ao hospital e sua primeira avaliação neurológica não era grave como dizem os médicos para se defenderem.

Exames fraudados com ajuda de procuradores federais e ministério da saúde. - Em um esquema montado dentro do gabinete do Ministro José Serra, Carlos Mosconi - o chefe da máfia - era informado a cada passo sobre os documentos obrigatórios que não foram entregues à auditoria. Mosconi repassava a informação para os assassinos que forjavam os papéis. Depois, estes documentos eram levados ao Ministério da Saúde e entregues ao procurador José Jairo Gomes. Este último encaminhava os mesmos ao delegado da polícia federal Célio Jacinto do Santos, que anexava ao inquérito como sendo documentos "originais". Veja alguns destes documentos. Nenhum médico responde ou respondeu por falsificação de documentos.

Sem Morte Encefálica. - Foi assim que o médico e assassino Celso Roberto Frasson Scafi descreveu o estado de saúde de Paulinho, minutos antes de lhe retirar o rim. Scafi escreveu de próprio punho que Paulinho estava SEM MORTE ENCEFÁLICA, porém, como é sócio de Carlos Mosconi, seu nome foi excluído do rol de acusados. Scafi estava indiciado pela polícia federal pelo crime de retirada ilegal de órgãos, e foi inserido em uma equipe da UNICAMP (ainda quando estava indiciado) para continuar realizando transplantes em Campinas, pelo Ministério da Saúde.

Asilo Humanitário - Você não verá isto na imprensa brasileira. O caso Paulinho está proibido de ser divulgado, exceto se for para inocentar (ainda mais) os assassinos.

 

Lobão Entrevista informa: permitida publicação/divulgação em qualquer meio de comunicação em qualquer formato

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Lobão Entrevista do dia 02/02/14 com Denise Abreu, pré-candidata à Presidência da República



 

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Lobão Entrevista
deste domingo, dia 02/02/2014, 22 horas (horário de Brasília), recebe DENISE ABREU, ex-Procuradora do Estado de São Paulo (1986/2003) e ex-Diretora da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, que teve sua reputação assassinada ao contrariar os interesses privados de integrantes do governo Lula/PT, que foram patrocinados por seu compadre Roberto Teixeira e viabilizados por Dilma Roussef, ministra-chefe da Casa Civil à época.

Pré-candidata à Presidência da República, Denise Abreu promete fazer valer na corrida presidencial, os valores conservadores. Se eleita, tem como metas a implantação da visão de Estado na administração pública e não de Governo, valorizando a meritocracia e o resgate dos valores éticos e tradicionais da sociedade brasileira.

O Senador Alvaro Dias (PSDB/PR) declarou em sua página do Facebook dia 25/01/2014 o seguinte:

Fonte: https://www.facebook.com/ad.alvarodias/posts/410269739118327?stream_ref=10

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